miércoles 8 de julio de 2009

Mientras duermo

Tengo sueño leve. Me despierto con cualquier ruído.
Y siempre que duermo, sueño sueños cortos. Algunas veces, no sueño. O no me acuerdo de los sueños.

Pero esos últimos sueños son largos (y sin lógica, como siempre).

Esta noche he soñado con una estrella fugaz, que se movía mucho en el cielo oscuro.
Luego, habían bajado unos extraterrestres en la Tierra.

Hoy por la tarde, he soñado de que estaba buscando unos cds de Shania Twain. Y encontré la colección de Bon Jovi.
Sin embargo, aparecieron mis cuñados en el sueño, que pusieron el cd de Jarabe de Palo.

Otra noche, he soñado con una colombiana, que tenía una niña.
Luego, estábamos en un lugar bien arbolizado, bien parecido con Brasil, bajo una campaña de hojas secas.
La colombiana me había enseñado una baraja en las cuales contenian varios nombres. Y leí: Cinthya. Escrito de esta manera.

Por último, quiero añadir que en la noche posterior a noche de S. Juan, había soñado que estaba intentando llamar a casa, pero que había olvidado el teléfono.
Me desperté y he ido a una lotería.
10 eurillos.

Siempre he dudado de mis sueños, porque nunca había ganado nada con ellos.
Ahora ya estoy contenta...

¡A ver si sueño con otros números!

1 comentarios:

Eu dijo...

Oi, tudo bem? Obrigada pelos recados. Eu sou péssima em espanhol, mas notei que também tem passado alguns dias difíceis. Sobre a terapia a distância, tem razão, você logo será graduada em psicologia... rsrsrs Eu parei de falar sobre essas coisas com as pessoas. No que concerne a familiares e amigos, eu estou super-bem. Mas na verdade, nunca estive tão mal. Só que não acho útil falar com ninguém. Prefiro contar no blog, quando as coisas ficam muito ruins mesmo. Sobre o Marcelo, eu já tentei me despedir dele da forma como propôs, não funcionou. Não consigo dizer adeus. Eu não acho que ele tenha deixado nada pendente comigo. Ele foi claro, estava no direito dele e só acho que não era necessário agir daquele jeito, mas ele era um menino de 17 anos. Entendo e não tenho raiva dele por isso. Se tivesse, teria sido melhor, eu talvez não sofresse tanto quando lembro dele. O problema é que eu que não fiz o que queria fazer: me despedir. Ele me deu um adeus, grosso, mas deu. Eu não. E não consigo deixá-lo ir. É um problema que tenho com mortos, eu não deixo algumas dessas pessoas que eu perdi irem embora. Me apego e fico pensando nelas e lembrando delas. Marcelo, Ayrton Senna, meu primo... Eu sou bastante mórbida e doente, e não vejo nada que possa me ajudar quanto a isso. Só espero a crise passsar, já me preparando para outra. De crise em crise, meus dias vão passando. De qualquer forma, obrigada pelo apoio à distância. Você tem um bom coração, querendo ajudar alguém que nem conhece. Beijão! J.


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